domingo, junho 22, 2008

tu metes nojo - lição de moral

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segunda-feira, maio 26, 2008



SOYEZ RÉALISTES, DEMANDEZ L´IMPOSSIBLE!
sciences po, médecine
les slogans de 68, Jean-Phillipe Legois

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LES MURS ONT DES OREILLES. VOS OREILLES ONT DES MURS.
sciences po
les slogans de 68, Jean-Philippe-Legois

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SOUS LES PAVÉS, LA PLAGE!
les slogans de 68, Jean-Philippe Legois

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segunda-feira, abril 14, 2008


Frase: "Sabes quem não é?"

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terça-feira, fevereiro 19, 2008


A música no rádio do café igual à música no teu rádio no velho apartamento sobre a cidade as cicatrizes ainda abertas as chagas deitada no meu peito respirando o medo presente na ausência de nada que não seja o compromisso quantos meses quantos dias quantas horas a música no rádio do café igual à música no teu rádio no velho apartamento sobre a cidade chora o rio de gaivotas vendidas agiotas de um preço por pagar.
RMM

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Nova frase na parede (Coimbra): "A noite é uma vaca preta".




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domingo, dezembro 30, 2007

the legendary tiger man/the route to coimbra

domingo, outubro 14, 2007

Frase: "Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!"

Outrora a incógnita de um nome, hoje um nome que paga e consome. Reciclado e de novo na velha faculdade reciclada de novo. Esperneias, torces o nariz, cruzas as pernas. Beliscas as vacas sagradas da cátedra do marxismo. Século XXI, a sociologia menor de menores saídas para um mal maior qualquer. Maior do que o quê? Maior do que o tempo. Proscrito. Ainda o anjo, nunca lá entrou.

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quinta-feira, setembro 20, 2007


O corpo. Magnífico desafio do teatro dos limites, métrico movimento arrebatado em turbilhões de luzes suspensas, e a densa voz pulmonar de um homem a gelar uma sala. Esse mesmo corpo ceifado à crueza chã da malícia, da massagem, do intemporal ciúme da pele. (Convences-te entre parêntesis onde arrecadas razões, estilhaços, incontáveis becos sem saída. Duvidas, Bárbara? De que duvidas? Percebes agora que não percebes o que nunca percebeste. É a tua casa, o tabaco da noite na roupa que chega, a alma fria dos pés, voláteis lembranças de esperma. Sobram-te peças no teu catálogo de misérias inconsequentes, mas não é a evidência que te paralisa. É o inimaginável estar tão perto.) Deixa um cheiro novo no corpo que o outro estranha. Perscruta. Sublima. Oferece com requinte ao banquete corrosivo das feras de um amor visceral, de uma felicidade cancerígena. Num campo de batalha amanhecido argumenta-se ainda como se a insanidade putrefacta não fosse já cada palavra, e cada palavra já nem nada de si mesma. Não são os olhos que não vêem, nem a mente que não tolera. É o corpo que não sabe.

(…)

Que anonimato é este em que toda a gente te conhece e ninguém sabe o teu nome?

Miguel Ramalho Santos, auto

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domingo, setembro 16, 2007


A felicidade e a ruína.

Tanto as pessoas tontas como as sensatas são inofensivas. Pelo contrário, os meio-tontos, meio-sensatos, esses são perigosíssimos.

Goethe

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quarta-feira, setembro 05, 2007

O vento, o diabo, o flautista louco.

POEMA MEDÍOCRE 23

Café Tropical, calor de café e fino
morno.

Aquecem as horas.

Uma gaja qualquer abana
um lenço sobre as mamas,
enxota
as moscas agora.

Pasmo, sóbrio, escreves sozinho entre-as-paredes.

E nas paredes,
quadros como quartos, cigarros de tontos.

És um imbecil, não te esqueças.

Paredes vazias, o rosto familiar de coisa alguma
não o lembrarei no meu quarto, “o teu quadro na parede que se
foda! Que se foda o teu quadro na parede!”

Acenas a um rosto que passa sem passar, tropeças nas escadas.

Procuras ser escrito,

lá fora enxotas as
moscas
sobre as mamas.

As moscas.
Sobre.
As mamas.

As moscas sobre as mamas.

Lá fora…

enxotas as moscas sobre as mamas.
RMM

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terça-feira, julho 31, 2007






Tédio...

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terça-feira, junho 05, 2007


Frase:”Nada acabou nada”.
Escreves e nada do que fazes dá lucro eles bebem cerveja ao teu lado paga a um euro e tal e qual à ressaca de vinho nas videiras virgens ainda alimenta um milhão de portugueses tu sabes que as putas e vinho verde combinam sempre te disseram as verdades indiscutíveis país que não interessa cidade como qualquer outra pessoa como qualquer outra cidade escreves e nada do que fazes dá lucro.
RMM

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AINDA NÃO ME DEI AO TRABALHO DE ORDENAR ALFABETICAMENTE (AZAR!)